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Ao Tempo

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A beleza está em tudo. Olho para o velho e admiro. Penso em tudo que ele viu e descobriu, aprendeu e experimentou. No que ele sorriu e chorou. Nos ventos que sopraram e nas chuvas que o molhou. Em seus amores e mistérios.

Mensonges ( Mentiras)

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Je promets, Je vous promets de vous oublier effacer la mémoire vive du son de votre sourire. Je promets de sévir contre ma poitrine désir desenfreiado de vous une fois de plus avec moi, jusqu'à ce que mon être à sécher totalement, complètement ... Je vous promets! Je promets de bannir mon subconscient le quotidien la volonté d'apprendre avec vous. Promesse oublier vos paroles, comme il admirait mon corps. Je vais oublier vos murmures avec le bruit soumis à un embargo de votre voix, enveloppées souhaits réticents, par mon oreille. Je promets d'effacer de ma mémoire les clics de votre langue quand vous avez parlé en essayant de me séduire. Je ne négligerai ma fièvre soudaine de se sentir votre odeur. Je vous promets ... Je vais essayer ... (Eu prometo, prometo esquecer-te apagar da memória o vívido som do teu sorriso. Prometo reprimir em meu peito o desejo desenfreiado de te ter mais uma vez comigo, até que meu ser se seque totalmente, completamente... ...

Lembrete

Não deixe portas entreabertas Escancare-as Ou bata-as de vez. Pelos vãos, brechas e fendas Passam apenas semiventos, Meias verdades E muita insensatez. Flora Figueredo, do livro Calçada de Verão

ÚLTIMA PÁGINA

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Mais uma vez o tempo me assusta.  Passa afobado pelo meu dia,  Atropela minha hora,  Despreza minha agenda.  Corre prepotente,  A disputar lugar com a ventania.  O tempo envelhece, não se emenda.  Deveria haver algum decreto  Que obrigasse o tempo a desacelerar  E a respeitar meu projeto.  Só assim, eu daria conta  Dos livros que vão se empilhando,  Das melodias que estão me aguardando,  Das saudades que venho sentindo,  Das verdades que ando mentindo,  Das promessas que venho esquecendo,  Dos impulsos que sigo contendo,  Dos prazeres que chegam partindo,  Dos receios que partem voltando.  Agora, que redijo a página final,  Percebo o tanto de caminho percorrido  Ao impulso da hora que vai me acelerando.  Apesar do tempo, e sua pressa desleal,  Agradeço a Deus por ter vivido,  Amanhecer e continuar teimando...
Me deixe, sim Mas só se for Pra ir ali e pra voltar Me deixe, sim, meu grão de amor Mas nunca deixe De me amar Agora as noites são tão longas No escuro eu penso em te encontrar Me deixe só até a hora de voltar Me esqueça, sim Pra não sofrer, pra não chorar Pra não sentir Me esqueça, sim Que eu quero ver você tentar Sem conseguir A cama agora está tão fria Ainda sinto o seu calor Me esqueça, sim Mas nunca esqueça o meu amor É só você que vem No meu cantar, meu bem É só pensar que vem Lararara! Me cobre mil telefonemas Depois me cubra de paixão Me pegue bem Misture alma e coração Me deixe, sim Mas só se for Pra ir ali e pra voltar Me deixe, sim, meu grão de amor Mas nunca deixe De me amar Agora as noites são tão longas No escuro eu penso em te encontrar Me deixe só até a hora de voltar É só você que vem No meu cantar, meu bem É só pensar que vem Lararara! Me cobre mil telefonemas Depois me cubra de paixão Me pegue bem Misture alma e coração Add a playlist Tamanho A A Cifra Imprimir Co...

Dragões de moinho

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Por amor às causas perdidas, Tudo bem, até pode ser que os dragões sejam moinhos de vento. Tudo bem, seja o que for. Seja por amor às causas perdidas Por amor às causas perdidas.

O Primo Basílio

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O Primo Basílio ... tinha suspirado, tinha beijado o papel devotamente! Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidades, e o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saía delas, como um corpo ressequido que se estira num banho tépido; sentia um acréscimo de estima por si mesma, e parecia-lhe que entrava enfim numa existência superiormente interessante, onde cada hora tinha o seu encanto diferente, cada passo condizia a um êxtase, e a alma se cobria de um luxo radioso de sensações! Ergueu-se de um salto, passou rapidamente um roupão, veio levantar os transparentes da janela... Que linda manhã! Era um daqueles dias do fim de agosto em que o estio faz uma pausa; há prematuramente, no calor e na luz, uma certa tranqüilidade outonal; o sol cai largo, resplandecente, mas pousa de leve; o ar não tem o embaciado canicular, e o azul muito alto reluz com uma nitidez lavada; respira-se mais livremente; e já se não vê na gente que passa o abatimento mole da calma enfraqu...